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	<title>Redes &#187; mail gmail</title>
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		<title>Conheçam o Google Buzz</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 16:47:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rede</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.redescomputadores.com/wp-content/uploads/2010/02/gmail_google_imagem.gif"><img class="size-full wp-image-871 aligncenter" title="gmail_google_imagem" src="http://www.redescomputadores.com/wp-content/uploads/2010/02/gmail_google_imagem.gif" alt="gmail_google_imagem" width="320" height="340" /></a></p>
<p><strong>Google </strong>corre atrás de <strong>Twitter </strong>e <strong>Facebook </strong>com o Buzz, bate-papo coletivo com fotos, vídeos e mapas, e causa polêmica entre especialistas</p>
<p>Rio &#8211; Oito meses após propor (até agora sem sucesso) reinventar o e-mail com o <strong>Google Wave</strong>, o gigante das buscas abocanhar um quinhão nas redes sociais com o Google Buzz. Em vez a interface pesada e do conceito confuso, entre em cena um produto de visual simples, e acesso direto a conteúdos. Mais importante: sem fila para conseguir convites. Quem usa <strong>Gmail </strong>ganha automaticamente acesso ao <strong>Google Buzz</strong>.</p>
<p>Em cada conversa (<strong>chamada buzz</strong>), é possível inserir fotos, vídeos, links, feeds e tweets, graças à integração com <strong>Twitter</strong>, <strong>YouTube</strong>, <strong>Flickr</strong>, <strong>Picasa</strong>, <strong>Google Reader</strong>, e <strong>Blogger</strong>. E pode ser acessado do celular, integrado ao Google Mapas.</p>
<p>O atalho para o Buzz aparece junto à caixa de entrada. No primeiro acesso, o usuário descobre um grupo que o Google Buzz escolheu para segui-lo (com base nos contatos mais frequentes por e-mail e chat), e pessoas que ele pode seguir.</p>
<p>Lembra a timeline do Twitter. Cada buzz é uma conversa entre vários usuários. Pode ser um papo público, rastreável pelo Google, ou restrito a um grupo de contatos. Não há limite de 140 toques. Quando alguém comenta um buzz, um e-mail de alerta é enviado aos participantes da conversa.</p>
<p>Se você acha que é mais do mesmo, não está sozinho. “Parece uma tentativa apelativa de correr atrás do ‘prejuízo’ causado pelo Twitter. Acho muito parecido e menos completo”, diz Michel Lent, designer gráfico e vice-presidente de Criação da Ogilvy Interactive. O cientista chefe do IdeaGroup, Sergio Cabral Cavalcanti, é ainda mais crítico. “É um produto desnecessário. Não traz inovações e a implementação é fraca em relação à segurança e à privacidade”.</p>
<p>Arquiteto de software e diretor de TI da Samba Ventures, Roberto Nunes aprovou a novidade: “Já usava o Google Reader como agregador de notícias, Gmail, além de Twitter e FriendFeed como ferramentas sociais. A integração de tudo no Buzz melhorou minha comunicação e tornou tudo mais divertido”, avalia.<br />
<span id="more-870"></span><br />
A integração entre Buzz e Twitter causa controvérsias. O internauta pode colocar o Twitter entre seus sites compartilhados. O que ele publicar no Twitter aparece como um Buzz. Mas não o contrário. Pelo menos por enquanto, já que o Google admite a intenção de permitir o caminho de volta.</p>
<p>O designer de interação André Malheiro, vê vantagens em relação ao Twitter. “No Buzz a conversa fica toda reunida num mesmo lugar”, elogia. Ele está entre os que criticam as configurações de privacidade. “Falta um botão para reproduzir o que alguém diz, como no Twitter”, diz Edney Souza, especialista em redes sociais da agência Pólvora.</p>
<p>Para o Google, o Buzz tenta dar relevância às redes sociais e reduzir o ruído. O problema é que a existência de tantas redes talvez seja o maior dos ruídos.</p>
<p><strong>Mapas no celular</strong></p>
<p>O Google Buzz pode ser usado no smartphone, criando uma conversa organizada no espaço. Por meio de uma camada no Google Maps, o Buzz mostra ao usuário o que está sendo falado no Buzz por pessoas ao seu redor.</p>
<p>“O Buzz não se baseia apenas em quem você segue, mas também em onde você está”, disse Vic Gundotra, vice-presidente de Engenharia do Google, no lançamento. O aplicativo já funciona com Android 2.0 e iPhone e ganhará versões para Blackberry, S60 e Windows Mobile. Mais: google.com/mobile/buzz</p>
<p><strong>Questão de privacidade</strong></p>
<p>Estratégia conveniente de lançamento, a adição automática de seguidores provocou muitas críticas. O jornalista e humorista Ulisses Mattos achou inconveniente. “Muita gente com quem troco mensagens profissionais passou a me seguir. Não posso colocar no Buzz os posts humorísticos que atraem seguidores no Twitter. E pega mal bloquear essas pessoas no Buzz&#8221;, analisa.</p>
<p>O Google reagiu às críticas e criou ferramentas para desabilitar as funções automáticas. Com elas, serão compartilhados dados só com quem o internauta autorizar. Os contatos serão sugeridos em vez de criados automaticamente. Será possível até desativar o Buzz.</p>
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